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A Marinha dos EUA não possui navios de combate


Foto: USNavy

O contratorpedeiro americano USS Stout passou um recorde de 208 dias no mar. O fato de os marinheiros americanos terem de suportar uma missão tão longa não pode ser explicado por uma pandemia, mas pela escassez de navios de guerra na Marinha dos Estados Unidos.

Essa é a conclusão a que chega o autor de Popular Mechanics Kyle Mizokami, especialista na área de defesa e segurança nacional. O contratorpedeiro classe Arleigh Burke permaneceu no Oriente Médio, escoltando navios comerciais que passavam pelo Estreito de Ormuz, por quase sete meses, enquanto o período padrão não ultrapassa seis meses e é caracterizado por uma liberdade de ação muito maior.

- A única explicação razoável para uma estadia tão longa em um lugar é a ausência de outro navio capaz de tomar seu lugar, - escreve Kyle Mizokami. Ele concluiu que a cara frota de navios de hoje, com atrasos e custos excessivos, pode ter consequências de longo prazo.


A Marinha dos EUA promete aumentar a Marinha nos próximos 10-20 anos, mas para os marinheiros que são separados de suas famílias por vários meses consecutivos, isso é pouco consolo, ele conclui.


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